Histórias reais de quem parou de perder momentos
Cada paciente chegou à Audisense com uma dificuldade diferente. O que todos têm em comum é o que veio depois.
Quem já passou pela Audisense conta o que mudou
“Nos almoços de domingo eu ficava quieto porque não conseguia acompanhar a conversa. Minha filha falava algo e eu sorria sem entender. Até que ela me disse: ‘pai, você está sumindo das conversas’. Fui à Audisense, fiz a avaliação e duas semanas depois estava usando o aparelho. No primeiro domingo, ouvi meu neto me chamar de outro cômodo da casa. Não lembrava da última vez que tinha ouvido isso.” Carlos, 72 anos, Sorocaba

Carlos, 72 anos, Sorocaba
“Ficava brava com todo mundo porque achava que falavam baixo de propósito. Minha filha me convenceu a fazer a avaliação. Descobri que tinha perda auditiva moderada nos dois ouvidos. O que me surpreendeu foi a paciência da equipe não senti nenhuma pressão em nenhum momento. Hoje ouço a televisão no volume normal e minha família agradece.” Maria, 68 anos, Itu

Maria, 68 anos, Itu
“Meu maior medo era parecer velho com aquele aparelho na orelha. Na avaliação me mostraram um modelo que entra dentro do canal minha própria filha ficou na minha frente e disse que não via nada. Uso todo dia, inclusive no trabalho, e ninguém nunca comentou nada.” Antônio, 75 anos, Sorocaba

Antônio, 75 anos, Sorocaba
“A gente foi percebendo que meu pai estava se isolando. Ele parava de participar das conversas, ficava no celular, fingia que estava com sono. Quando ele voltou da Audisense com o aparelho, foi como se ele voltasse para a mesa. Ele voltou a fazer piada, a perguntar das coisas. Parecia outra pessoa ou melhor, parecia ele mesmo de novo.” Fernanda, filha de paciente, Itu

Fernanda, filha de paciente, Itu
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