Perguntas frequentes sobre audição e aparelhos auditivos

Reunimos aqui as dúvidas que mais aparecem no nosso atendimento. Se a sua não estiver aqui, é só chamar no WhatsApp nossa equipe responde com prazer.

A partir dos 45 anos, a audição começa a se deteriorar naturalmente assim como a visão. Ao longo da vida, praticamente todas as pessoas desenvolvem algum grau de perda auditiva. Fatores genéticos, exposição a ruídos, doenças e alguns medicamentos também podem acelerar esse processo.

Alguns sinais comuns: pedir para repetir com frequência, aumentar muito o volume da TV, ter dificuldade em ambientes barulhentos ou ao telefone, e sentir que as pessoas falam baixo demais. Se você se identifica com dois ou mais desses sinais, vale investigar.

Sim. Ambientes barulhentos, uso de fone de ouvido em volume alto e exposição prolongada a sons intensos são causas frequentes de perda auditiva. Para quem trabalha em ambientes ruidosos, o uso de protetor auricular é essencial.

Não é recomendado. A perda auditiva não tratada priva o cérebro de estímulos sonoros, o que pode dificultar a reabilitação futuramente e está associada a riscos como declínio cognitivo e demência. Quanto antes tratada, melhores os resultados.

Perguntas frequentes

Sobre aparelhos auditivos

Quem tem algum grau de perda auditiva identificado em avaliação e que esteja afetando a comunicação no dia a dia. A avaliação é o único jeito de saber com certeza e na Audisense ela é gratuita.

Os modelos atuais são muito diferentes dos de antigamente. Existem opções que ficam completamente dentro do canal do ouvido invisíveis em uma conversa normal. Na avaliação, você conhece os modelos e vê pessoalmente.

Não desde que o aparelho seja adequadamente ajustado por um fonoaudiólogo. Aparelhos mal regulados ou usados sem orientação profissional podem causar problemas. Na Audisense, todos os ajustes são feitos por especialistas com equipamentos apropriados.

Na maioria dos casos, sim. O tipo de aparelho indicado depende do grau da perda. Em perdas parciais, o aparelho auditivo convencional geralmente resolve bem. Em casos mais graves, outras soluções podem ser avaliadas. O fonoaudiólogo orienta após a avaliação.

Em média de 4 a 6 anos, dependendo do modelo e dos cuidados. Nossa equipe orienta sobre manutenção para prolongar a vida útil.

Existe para alguns tipos específicos de perda auditiva  como as perdas condutivas. Nos casos mais comuns de perda neurossensorial (leve a severa), os aparelhos auditivos são a solução mais indicada. O fonoaudiólogo ou otorrinolaringologista é quem define o melhor caminho após avaliação.

Sobre a adaptação

As primeiras semanas pedem paciência o cérebro precisa se acostumar com sons que estava ignorando há tempos. Nossa equipe acompanha esse processo com ajustes até você estar confortável. A maioria dos pacientes se adapta bem dentro de algumas semanas.

Não. Os modelos atuais são intuitivos e praticamente não exigem ajustes manuais do usuário. O básico é manter o aparelho limpo e recarregar ou trocar a bateria conforme o modelo. Alguns conectam diretamente ao celular via Bluetooth. Nossa equipe explica tudo na adaptação.

Sobre custo e cobertura

O valor varia conforme a tecnologia e o modelo indicado para o seu caso. Por isso não existe um preço único a indicação correta só é possível após a avaliação auditiva. Fazemos isso gratuitamente, sem compromisso.

 Depende do plano e da cobertura contratada. Consulte diretamente sua operadora. Se não cobrir, trabalhamos com parcelamento facilitado para que o investimento caiba no seu orçamento.

Sua dúvida não está aqui? Fala com a gente pelo WhatsApp.

Respondemos rápido e sem enrolação.